Ricardo Santos vence Madeira Islands Open com 266 pancadas – 22 pancadas do par do campo Santo da Serra – Madeira, com uma excepcional 4º volta de (-9) pancadas. Com esta brilhante vitória recebe 112.500 euros e sobe para o lugar 50º no “Race to Dubai”. Garante “isenção” no European Tour para o próximo ano. BRILHANTE!!!
“…Muitos querem ser campeões mas nem todos estão dispostos a trabalhar o necessário para serem vencedores…” O resultado é uma consequência do trabalho.
Entre dia 7 a 10 de Abril, eu David Moura recebi formação em Course Rating que decorreu no campo de Monte Rei perto de Tavira sobre orientação do Master Rater da USGA e EGA Mr. Malcolm Gourd.
Estiveram presentes também as minha colegas da FPG Ana Gabin e Manuela Perreira.
A Europa bateu a equipa da Ásia-Pacífico na sétima edição do Troféu Michael Bonallack, que decorreu entre quarta-feira e sexta-feira no campo de Monte Rei, perto de Cacela Velha, Algarve.
A selecção da Europa venceu a sua congénere da Ásia-Pacífico no Troféu Michael Bonallack, o que sucede pela quinta vez em sete edições e a terceira consecutiva neste encontro bienal, com um formato inspirado na famosa Ryder Cup.
Os jogadores europeus ganharam por 21,5-10,5, no cômputo dos 32 matches realizados no Monte Rei Golf & Country Club, perto de Cacela Velha, no Algarve.
“…É com grande alegria que vejo esta vitória, pois para mim teve uma sabor especial, a EGA convidou-me para estar presente na reunião de equipa europeia na volta de treino para eu dar a minha opinião sobre a melhor forma para jogar este campo de Monte Rei. Durante o estudo prévio do campo tive a colaboração do jogador Gonçalo Pinto que aceitou estar comigo no campo de Monte Rei a dar algumas pancadas um dia antes do torneio em que se consagrou novamente Campeão Nacional em St. Estêvão…”
Neste workshop, de 8 horas teórico-práticas, aprendi os princípios anatomo-fisiológicos do treino em suspensão com o TRX que estão na base deste valioso método de treino para a performance desportiva e o fitness em geral. Seguiram-se as normas de segurança, as várias pegas e suportes, as técnicas de base, e suas variantes e adaptações para o treino de força e a flexibilidade, a comunicação e a motivação assim como os esquemas de treino com as suas variantes, aplicadas principalmente ao treino individual. Este workshop foi fundamental para mim como profissional de fitness aprender a utilizar correctamente o TRX como instrumento de trabalho.
Uma ferramenta de treino óptima para os golfistas, pois para além de ser facil de transportar e se poder utilizar em qualquer lugar, trabalha dois aspectos muito importantes num swing de golfe, (Estabilidade e Mobilidade).
Mais um torneio da PGA Portugal que decorreu na Quinta do Peru no dia 26 de Fevereiro com um PRO-AM onde a equipa do profissional António Rosado foi a vencedora. No Open entre o dia 27 e 28 de Fevereiro o vencedor foi o amador Gonçalo Pinto que foi superior aos profissionais portugueses.
Eu David Moura terminei em 9º lugar com resultados (77 e 78), nada mau para quem não treina e compete. Terminei o torneio particularmente satisfeito, não pelos resultados mas pelo convívio entre amigos, colegas de trabalho como se pode ver na foto em cima e também pelo o facto da minha namorada Alexsandra ter feito de caddie pela 1º vez numa competição.
No PRO-AM joguei com 3 pessoas amigas de longa data, ex jogadores/as da selecção nacional de golfe, terminamos em 7º lugar com 78 pontos mas o mais importante foi o convívio.
Foto – Tomás Gonçalves/David Moura/Inês Mendonça e João Humbelino
Gostava de partilhar com todos vocês a minha experiência de caddie no Joburg Open que decorreu entre os dias 12 a 15 de Janeiro de 2012 na cidade de Johannesburg na Africa do Sul. O palco da prova foi no Royal Johannesburg & Kensington Golf e foi jogado em dois campo (East e West).
Este torneio estava muito melhor organizado do que o Africa Open, os caddies desta vez já tinham um espaço onde podiam almoçar com os jogadores, as condições do clube house são muito boas, para não falar da segurança entre o campo de golfe e o Hotel.
A qualidade dos dois campos eram excelentes, sobretudo os bunkers e os greens. O campo de treino é que não tinha condições para receber tantos jogadores ao mesmo tempo, devido às trovoadas que se fizeram sentir durante essa semana, obrigava os funcionários do campo de treino a apanhar bolas à mão, porque não havia condições para apanhar as bolas no habitual buggie. Na imagem em baixo, os dois portugueses no campo de treino antes de recomeçarem a jogar, após mais uma paragem devido às trovoadas habituais.
Infelizmente nenhum português passou o cut, Ricardo Santos jogou a baixo mas não o suficiente. Depois do resultado de (-2) no east course no 1º dia estavamos em excelente posição para atacar os lugares da frente e de passar o cut, só que, os birdies na 2º volta do torneio não apareceram, ainda fizemos um eagle no buraco 9 que nos colocava dentro do cut, mas infelizmente apareceram 2 bogeys no buracos 12 e 13 porque falhamos os greens com um ferro médio e não conseguimos salvar o par. Os birdies não apareciam e no 18 mais um bogey, mas este porque tinhamos que pelo menos tentar mais um birdie e curto não poderíamos ficar, ficamos com um putt de 3 metros para par, mas o resultado desse putt não servia para nada e o Ricardo acabou por falhar.
Faltou a finalização dos 120 metros para dentro, mais confiança nas alterações técnicas realizadas no mês de Dezembro, é uma situação normal, pois havia muitos jogadores na mesma situação de pré-época. O desporto é assim mesmo, ele está no caminho certo, está a treinar mais e daqui algum tempo a confiança virá e melhores resultados iram aparecer certamente.
Para mim foi mais uma excelente experiência, estar perto e conviver com estes bons jogadores é realmente gratificante. Ficamos todos um pouco tristes pelos resultados obtidos, foram 2 semanas a gastar dinheiro sem receber nenhum para Ricardo Santos, mas não esquecemos que por exemplo o Martin Kaymer nos seus primeiros 5 torneios do European Tour não passou nenhum cut e hoje é quem é.
Branden Grace foi o vencedor, na semana seguinte ganhou mais outro torneio e está a ter um inicio de ano perfeito, mesmo tendo começado a sua época no Africa Open com um 77 (+4 acima do par), a partir dai tem sido sempre a “derreter”
Momentos que vão ficar para sempre, excelente experiência, força máxima para os próximos torneios RICARDO SANTOS.
Gostaria de partilhar com vocês, como foi estar no África Open de 2011 e ter sido o caddie do Ricardo Santos. Como já devem saber o caddie do Ricardo para 2011 (Jorge Camarra) não pode acompanhar o nosso jogador luso nestes torneios iniciais na África do Sul e a FPG dispensou-me para eu o acompanhar.
Infelizmente fizemos apenas em dois dias -2 abaixo do para do campo, não foi suficiente para passarmos o cut que foi (-5). Não estivemos bem no jogo curto, principalmente nos pares 5. O Ricardo não gostou da relva do campo e da areia dos bunkers, aspectos importantes para poder concretizar mais birdies e salvar pancadas. East London Course é um campo bastante curtinho, estratégico consoante o vento que não soprou forte, mas consistência dos tees de saída era crucial e o Ricardo na minha opinião esteve bastante bem visto que durante o mês de Dezembro fez algumas alterações no seu swing sobre a orientação do seu treinador Almerindo Sequeira.
Retief Goosen
Louis Oosthuizen
Como vemos nas imagens, as estrelas também têm aspectos a melhorar no seu swing e no aquecimento habitual antes de competir, continuam concentrados e dedicados a melhorar os seus aspectos técnicos. No vídeo em baixo temos o nosso Ricardo Santos a bater bolas junto às estrelas da África do Sul.
Foi para mim David Moura, uma óptima experiência estar perto de grandes jogadores de golfe e de ter participado como caddie no primeiro torneio 2012 do European Tour, apesar da organização ser mais parecida com uma prova do Challenge Tour.
No natal é a data de se estar com as pessoas de quem se mais gosta é tempo de partilhar o que a vida tem de melhor. Que este natal haja saúde, paz, amor, e muita alegria!!! A TODOS UM FELIZ NATAL E UM BOM ANO NOVO!!!
Os Irmãos Santos fizeram uma etapa de 90 kms de bicicleta ida e volta entre Vilamoura e Portimão. A viagem demorou cerca de 7 horas contando com as paragens obrigatórias para as refeições e não houve acidentes de percurso.
No dia anterior estivemos no Ginásio Fitness em Vale do Lobo que generosamente ofereceu as instalações para o treino físico dos irmãos Santos.